omipipa

O fazer, ocupar a mão e a cabeça na construção de um objeto que ocupa o ar, preenche o espaço, a cabeça com pipas desbicando, comanda a mão, a mão ocupada, a pipa no ar e o pé na terra. O ensaio propõe a pipa como alegoria e peça importante no pertencimento do individuo em sociedade.


Mario Cesar Rodrigues - Omipipa – deixou sua cidade natal no interior do estado de São Paulo, para um período de recuperação, afim de mudar alguns hábitos. Participando do movimento, topa conviver em um espaço criativo e plural, na margem da cidade de São Paulo, a Piparia, local esse que se encontra no Morro do Querosene zona oeste da cidade, onde se desenvolve atividades culturais, educacionais, oficinas de culinária, pães, pipa, serigrafia e mûsica.


A convite do mestre-pipeiro, foram documentada (fotografada) as coloridas pipas com seus diversos desenhos, formas e o espaço de vivência.

fotolivro

o ensaio foi publicado como fotolivro independente em parceria com a Goma Oficina.

edição, 2017, são paulo sp, 70 exemplares.

2018 ©fernando banzi